29/08/2017

Túlio Pinto participa de exposição na Fundação Vera Chaves Barcellos, em Viamão, RS

Em setembro, entra em cartaz, na Fundação Vera Chaves Barcellos, a exposição Aã. A àrea externa, que já foi palco de performances e abriga uma obra de Antoni Muntadas, desta vez, será ocupada por diversas obras – algumas delas criadas exclusivamente para a exposição, estabelecendo uma viva interação entre arte e natureza.

Túlio Pinto | Athar 1 | Foto por Anderson Astor

Túlio Pinto | Athar 1 | Foto por Anderson Astor

Aã, expressão que dá titulo à mostra, refere-se ao equilíbrio de duas partes de uma fórmula. A concisão do título tem dupla função: almeja a ideia de síntese, ao mesmo tempo em que busca justapor, em equilíbrio, partes que parecem inicialmente opostas em um sistema: o peso e a leveza; o acaso e a ação consciente; a paisagem e a propriocepção; a clareza e a indefinição. Esta reflexão parte das indagações do duo de artistas Laura Cattani e Munir Klamt – que assinam como Ío –, ao desempenhar o papel de curadores.

Fotografias, litografias, vídeos, pinturas, objetos e instalações de artistas de diferentes gerações e nacionalidades integram Aã. A mostra articula obras do acervo da FVCB com elementos distintos, como peças trazidas de coleções particulares e museus, agentes do ecossistema que cerca a Fundação (cupins, pássaros), e alguns trabalhos desenvolvidos especialmente para a mostra.

Túlio Pinto | Athar 1 (detalhe) | Foto por Anderson Astor

Túlio Pinto | Athar 1 (detalhe) | Foto por Anderson Astor

Conforme os integrantes de Ío: “a proposta curatorial de Aã parte do Torus (ou Toro) – uma figura que corresponde a um espaço topológico homeomorfo ao produto de dois círculos, que funciona como se dobrássemos a realidade – como uma lâmina – e tornássemos conectados pontos que em um universo tridimensional fossem afastados. Conceitualmente, o Torus nos permite entender cada obra que compõe a exposição Aã, assim como a própria área em que esta está inserida, como pontos de passagem, alçapões ou trilhas que se conectam no agenciamento das ideias, no escasso uso cromático, na concisão e na pulsão das formas.”.

Data: Sábado, 02 de setembro de 2017.

Horário: das 11h às 17h

Onde: Fundação Vera Chaves Barcellos – Av. Senador Salgado Filho, 8450| Viamão/RS.

Clique aqui para mais informações.

14/08/2017

Daniel Lannes está entre os 5 ganhadores do 6º Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para Artes Plásticas

Daniel Lannes está entre os 5 ganhadores do 6º Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, junto com Fernando Lindote, Jaime Lauriano, Pedro Motta e Rochelle Costi, além de Josué Mattos na categoria Curador.

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Três obras dele participam da mostra que reúne mais de 50 obras dos 20 artistas finalistas, atualmente em cartaz no MUBE em São Paulo, “oferecendo um panorama abrangente e múltiplo de nossa produção. Os 5 artistas indicados pelo júri de premiação realizarão exposições em Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza, Goiânia e Porto Alegre, “contribuindo para o principal objetivo do Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas: valorizar a produção da arte contemporânea brasileira, difundindo-a para todas as regiões do pais, com o intuito de contribuir efetivamente para a formação cultural de diversas parcelas da sociedade brasileira.” (trechos do texto da exposição por Marcus de Lontra Costa).

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