Túlio Pinto + 7 Artistas | O Lugar Enquanto Espaço

de 30 de junho a 21 julho

A partir do da 30/06 a Baró galeria apresenta “O Lugar enquanto espaço”, exposição coletiva com curadoria de Francisco Dalcol que conforme definido pelo próprio curador: “é uma mostra coletiva que intenta compartilhar um pensamento que se faz espacial à medida que se pratica o lugar de exposição. Praticar em duplo-sentido: na colaboração entre artistas e este crítico — ora curador — na concepção da visualidade que se quer dar a ver; mas também pela experiência do espectador que adentra esse campo de sentidos e o percorre conforme seus parâmetros de acesso e navegação.”

A reflexão proposta por Dalcol será refletida dos dois ambientes da galeria. Em sua primeira sala, o visitante poderá vivenciar o interligamento de equilíbrios, pesos e densidades do trabalho de Túlio Pinto, que apresentará duas obras site specific para a exposição.

O segundo ambiente da exposição, localizado nos fundos da galeria, traz trabalhos de Frantz – que se utiliza da pintura para abordar uma série de embaralhamentos que incidem sobre uma reconfiguração do olhar.

Já no Baró container, anexo da galeria, o visitante poderá vivenciar o diálogo entre poéticas distintas e diferentes abordagens artísticas propostas no encontro de obras de Bruno Borne, Guilherme Dable, o duo Io, Lilian Maus, Diego Passos e Letícia Lopes.

Embora os nove artistas selecionados tenham a mesma procedência artística, sendo todos de Porto Alegre – capital Gaúcha, isso não deve servir como base para determina-los (ou suas obras.) Afinal, conforme afirmado por Dalcol: “Melhor é compreendê-lo como uma coordenada entre momento e lugar que informa mais sobre onde se deu o encontro e a partilha entre os seus afetos, e também a partir de onde passam a se cruzar ao longo de suas trajetórias individuais, como é o caso da circunstância oferecida por esta coletiva.”

A exposição tem sua abertura no dia 30/06 (sábado), das (horário) as (horário final), e fica em aberta a visitação até (data de fechamento).

 

O Lugar enquanto espaço @ Baró 

Abertura: 30/06/2018 – Das 16h as 20h

Endereço: Rua da Consolação, 3417

Entrada livre/franca

Período expositivo: 30/06/2018 – 21/07/2018

Horário de visitação: Segunda (14h – 19h), Terça à Sexta (10h-19h), Sábado (11h-19h)

 

Sobre os artistas

Túlio Pinto

Nasceu em Brasília, Brasil, 1974. Vive e trabalha em Porto Alegre, Brasil.

Em suas instalações e esculturas, o equilíbrio das peças é conseguido através do jogo entre pesos, densidades e tamanhos de materiais como concreto, chapas de ferro e vidros. A produção gira em torno do conceito de efemeridade e transformação explorados a partir das características próprias dos materiais trabalhados: “As coisas já têm seu potencial escultórico. Sou muito mais um articulador, já que repotencializo esta força inerente a elas, colocando em evidência essas aproximações e anulações que são geradas”, o artista define.

Bruno Borne 

Nasceu  em  Porto  Alegre,  Brasil,  em  1979,  Vive  e  trabalha  em  Porto  Alegre.

Produz  obras  relacionadas  especificamente  com  o  ambiente  de  exposição  conectando  arquitetura,  obra  e  espectador  através  da  computação  gráfica.  É  mestre  em  Poéticas  Visuais  no  PPGAV  UFRGS,  graduado  em  Artes  Visuais  e  Arquitetura  e  Urbanismo.  Realizou  exposições  individuais  na  Galeria  Mamute  (2015),  MACRS  –  Museu  de  Arte  Contemporânea  do  RS  (2014),  Atelier  Subterrânea  (2013),  Galeria  Maurício  Rosenblatt  (2013)  e  Galeria  Lunara  (2010),  em  Porto  Alegre.  Recebeu  prêmio  adquisição  no  43º  Salão  de  Arte  Contemporânea  de  Santo  André  (2015);  e  prêmio  de  adquisiçãono  no  65º  Salão  Paranaense  (2014);  Vencedor  no  2ª  Prêmio  IEAVI  –  Incentivo  à  produção  de  Artes  Visuais  (2013);  ganhou  o  Prêmio  Açorianos  de  Artes  Plásticas  na  categoria  Destaque  em  Mídias  Tecnológicas  em  (2011,  2014,  2015  e  2016)Tem  obras  no  Acervo  artístico  da  Prefeitura  de  Santo  André,  SP;  Acervo  do  MACPR  –  Museu  de  Arte  Contemporânea  do  Paraná;  MACRS  –  Museu  de  Arte  Contemporânea  do  RS  e  Acervo  Artístico  da  Prefeitura  de  Porto  Alegre,  Pinacoteca  Aldo  Locatelli.  Suas  principais  exposições  coletivas  foram:  Do  abismo  e  outras  distâncias(2017)  em  Galeria  Mamute,  Porto  Alegre,  RS;  MAC/MON:  um  diálogo  (2016)  em  Museu  Oscar  Niemeyer,  Curitiba,  PR;  Trio  Bienal.  Reflexões  sobre  o  Reflexo  –  Dinâmicas  do  Cinetismo  no  Tridimensional  (2015),  Museu  Nacional  de  Belas  Artes,  Rio  de  Janeiro,  RJ;  Cor  Luz  e  Movimento  –  Projeto  Arte  e  Indústria  (2014),  Prêmio  Marcantônio  Vilaça  CNI  Sesi  Senai  –  Edição  Especial  no  Museu  Histórico  Nacional,  Rio  de  Janeiro,  RJ;  Entre:  Curadoria  de  A-Z  (2013),  no  MACRS;  Mirante  (2013)  na  MUV  Gallery,  Rio  de  Janeiro;  Idades  Contemporâneas  (2012)  no  MACRS;  Espelho  Refletido  (2012)  no  Centro  Cultural  Hélio  Oiticica,  Rio  de  Janeiro;  Fazer  e  Desfazer  a  Paisagem(2012)  no  MACRS,  Casa  de  Cultura  da  UFJF,  MARP  em  Ribeirão  Preto  ePinacoteca  da  Feevale,  Novo  Hamburgo;  Cartão  de  Visita  (2011)  na  Galeria  Gestual,  Porto  Alegre,  RS;  Pequenos  Formatos  (2011)  no  Atelier  Subterrâ.

Diego Passos

Nasceu em Porto Alegre,1987. Vive e trabalha em Porto Alegre.

Artista visual, mestre em Poéticas Visuais (2014)  pelo  Programa  de  Pós-graduação  em  Artes  Visuais  da  Universidade  Federal  do  Rio  Grande  do  Sul,  bacharel  em  Artes  Visuais  (2010)  e,  atualmente,  licenciando  em  Artes  Visuais  pelo  Instituto  de  Artes  da  mesma  universidade.  Participou  do  Grupo  Experimental  de  Dança  de  Porto  Alegre  (2015).  Bolsista  da  Escuela  de  Verano  da  Universidad  Complutense  de  Madrid,  onde  desenvolveu  o  projeto  Un  ayuda  por  favor  (2014).  Em  2013  participou  das  exposições  Espaços  Independentes  na  Galeria  Flávio  de  Carvalho  (FUNARTE)  em  São  Paulo,  BR116:  Circuitos  Independentes  em  Trânsito  no  Museu  de  Arte  Contemporânea  do  Rio  Grande  do  Sul  e  Poéticas  em  Devir  na  Galeria  Mamute  em  Porto  Alegre;  e  Interiores  Compartilhados  no  Casarão  6  e  Transferências  Temporárias  na  Casa  Paralela  em  Pelotas/RS.  Realizou  em  colaboração  com  Krishna  Daudt  a  performance  Travessia  entre  Guaíba  e  Rio  Grande  (2015).  Em  2016  apresentou  a  exposição  Obra  com  Juliano  Ventura  na  Fundação  Cultural  Badesc  em  Florianópolis  e  na  Galeria  dos  Arcos  da  Usina  do  Gasômetro  em  Porto  Alegre.  Coeditor  da  edições  agua  para  cavalos,  projeto  editorial  baseado  em  táticas  de  apropriação  e  autopublicação  que  desde  2015  participa  de  feiras  de  artes  gráficas  e  publicações  de  artista,  como  a  Feira  Tijuana  de  Arte  Impressa  (Casa  do  Povo,  São  Paulo),  Feira  Miolo(s)  (Biblioteca  Mário  de  Andrade,  São  Paulo),  Folhagem  -  Feira  de  impressos  e  publicações  (Casa  Baka,  Porto  Alegre),  flamboiã  ~  feira  de  publicações  (Palácio  Cruz  e  Sousa,  Florianópolis)  e  a  Parque  Gráfico  -  Feira  de  Arte  Impressa  (Museu  da  Escola  Catarinense,  Florianópolis).

Frantz  

Nasceu em Rio  Pardo  (RS) em 1963. Vive e mora em Porto Alegre.

Frantz  dedica-se  a  varias  técnicas  ,  mas  as  discrições  pictóricas  são  as  mais  importantes  em  seu  trabalho.  Sua  primeira  exposição  individual  foi  no  MARGS  em  1982,  expos  individualmente  na  Galeria  Macunaima  (  1987),  Galeria  Bolsa  de  Arte  (  2001)  ,  Fundação  Vera  Chaves  Barcellos  (2007).  Participou  da  10  Bienal  do  Rio  Grande  do  Sul,  e  foi  premiado  em  vários  salões  na  década  de  80,  entre  eles  o  salão  Nacional  da  Funarte  ,  Salão  Paranaense  entre  outros.  Atualmente  participa  da  exposição  O  Tempo  das  Coisa  na  Pinacoteca  Rubem  Berta.

Guilherme  Dable 

Nasceu  em  Porto Alegre (RS) em 1976. Vive e trabalha  em  Porto  Alegre.

É  Mestre  em  Poéticas  Visuais  pelo  Instituto  de  Artes  da  UFRGS.  Entre  as  individuais  realizadas  destacam-seFiz  ele  soletrar  seu  nome,  na  Galeria  Anita  Schwartz,  Rio  de  Janeiro  (2017),  The  radio  was  always  on  in  the  kitchen,  Belmacz,  Londres  (2016),  Um  desenho  enorme,  Galeria  da  UFCSPA,  Porto  Alegre  (2015),  As  coisas  que  não  levam  a  nada  são  de  grande  importância,  Galeria  Gestual,  Porto  Alegre,  Noticiário,  Instituto  Estadual  de  Artes  Visuais,  Porto  Alegre,  Deste  lugar  entre  meio-dia  e  duas  horas  da  tarde,  Roberto  Alban  Galeria,  Salvador  (2014).  Entre  as  coletivas,  incluem  -seApologue,  Un-Spaced,  Paris  (2018),Aã,  Fundação  Vera  Chaves  Barcellos,  Porto  Alegre  (2017),  Em  Polvorosa,  MAM,  RJ  (2016),  Ficções,  Caixa  Cultural,  RJ  (2015),    Bar  for  the  Future,  Belmacz,  London,  Secret  Garden,  NARS  Foundation,  New  York,  Volúpia  Construtiva,  MAC/RS,  Porto  Alegre,  Novas  Aquisições  Prêmio  Marcantônio  Vilaça,  MAM,  RJ  (2014).  Suas  obras  estão  presentes  nas  coleções  MAM/RJ,  MARGS/Porto  Alegre,  Fundação  Vera  Chaves  Barcellos,  entre  outras.  Foi  artista  residente  no  Vermont  Studio  Center,  Estados  Unidos,  em  2015

Io

Ío é um duo de artistas formado por Laura Cattani (Les Lilas, 1980) e Munir Klamt (Porto Alegre,1970), ambos doutorandos em Poéticas Visuais (UFRGS). A Ío desenvolve trabalhos plásticos com diversos meios, contextos e plataformas, tais como vídeos, instalações, desenho, web art, performance ou fotografia. Vivem e trabalham em Porto Alegre/RS, Brasil.

Letícia  Lopes

Nasceu  em  Campo  Bom (RS)  em  1988. Vive e trabalha em Porto Alegre.

É  Bacharel  em  Artes  Visuais  pelo  Instituto  de  Artes  da  UFRGS  (2015).  Reside  e  trabalha  em  Porto  Alegre.  Participou  de  várias  exposições  coletivas  como:”A  Novíssima  Geração  -  2017  (Museu  do  Trabalho/RS),  “Arte  Contemporânea  do  RS”  (Czech  Center/República  Tcheca  -  2017),  “A?inidades  Eletivas”,  com  curadoria  de  Daniela  Name  (C.Galeria/Rio  de  Janeiro  -  2017),  “Scènario”,  com  curadoria  de  Mario  Gioia  (Galeria  Aura/SP  -  2017),  ?Memória  do  que  vem,  futuro  do  que  foi”,  (MAVRS/Passo  Fundo  -  2017),  “MOODBOARD”  (Museu  de  Arte  Contemporânea  do  RS  -  2016),  “The  Unique  Institutional  Critique  Pop-up  Boutique”  (chamada  de  Jonas  Lund,  Galeria  Cavalo/  RJ  -  2016),  “Planos  Densos”(Paço  Municipal,POA/RS  -  2016),  “Faturas”  (Memorial  do  RS  -  2016),  “Exigências  do  Desenho”  (Acervo  Independente,  POA/RS  -  2015),  20°  Salão  de  Artes  Plásticas  de  Praia  Grande  (Palácio  das  Artes,  Praia  Grande/SP,  2013).  Em  2018  realizou  a  individual  ?A  hora  mágica?  na  Galeria  Aura  (SP)  com  curadoria  de  Gabriela  Motta.  Em  2016  foi  selecionada  pelo  Programa  RS  Contemporâneo,  que  lhe  rendeu  a  individual  “Presença  Sinistra”,  realizada  no  Santander  Cultural,  com  curadoria  de  Marcelo  Campos  (UFRJ).  No  ano  anterior  foi  contemplada  com  o  Edital  para  Artes  Visuais  –  Edição  2015  da  Fundacão  Ecarta  (POA/RS)  com  a  individual  “Ode  a  Phobos  -  ou  como  é  bom  não  ter  memória”.  No  mesmo  ano,  realizou  a  individual  “Exagerar  já  é  um  começo  de  invenção  “,  na  Casa  Paralela  (Pelotas,  RS)  e,  em  2014,  foi  premiada  no  3°  Prêmio  do  Instituto  Estadual  de  Artes  Visuais  do  RS  por  melhor  exposição  com  “Em  minha  fome  mando  eu?,  individual  na  Galeria  Virgílio  Calegari  (Casa  de  Cultura  Mário  Quintana,  POA  -  RS).  Em  2016  foi  indicada  nas  categorias  “Destaque  em  Pintura”  e  “Artista  Revelação”  na  X  Edição  do  Prêmio  Açorianos  de  Artes  Plásticas  (POA/  RS).  Foi  premiada  melhor  artista  pelo  júri  de  “A  Novíssima  Geração  -  2017  e  em  julho  de  2018  realizará  uma  individual  no  Museu  do  Trabalho  (POA/RS).  “A  gaúcha  Letícia  Lopes  tem  seu  pictórico  amparado  no  fragmento,  no  ver  em  cacos.  No  entanto,  a  atmosfera  de  mistério  e,  de  modo  ambivalente  e  deliberado,  do  cotidiano,  termina  por  construir  uma  obra  altamente  inventiva.  Tal  como  explicitado  no  título  de  sua  mais  importante  individual,  ?Presença  Sinistra?,  a  tessitura  de  suas  imagens  também  recolhidas  em  veículos  diversos  gera,  vista  em  conjunto,  uma  sensação  de  de  desassossego  no  espectador,  que  se  assemelha  a  um  ator  involuntário  participando  de  uma  narrativa  sempre  bifurcada  e  longe  de  um  ?im.  Dioramas,  o  mundo  pré-histórico,  as  páginas  em  desmanche  de  enciclopédias  empilhadas  em  sebos,  fotogra?ias  com  contornos  tíbios  e  os  ‘assuntos’,  materiais,  texturas  e  procedimentos  típicos  da  pintura,  juntos,  alimentam  uma  obra  visual  das  mais  inquietas.”  (Mario  Gioia)

Lilian  Maus 

Nasceu em Salvador (BA) em 1983. Vive e trabalha em Porto Alegre.

É  artista  visual  e  professora/pesquisadora  do  Instituto  de  Artesda  UFRGS.  Doutora  em  Poéticas  Visuais  e  Mestre  em  História,  Teoria  e  Crítica  de  Arte.  Foi  gestora  do  Atelier  Subterrânea  (2006-2015)  e  vem  participando  residências  artísticas  de  exposições  no  Brasil  e  no  exterior  desde  2004.  Ganhou  diversos  prêmios  da  Funarte  e  recentemente  foi  contemplada  com  o  Prêmio  Açorianos  de  Melhor  Exposição  Coletiva  (Prefeitura  de  Porto  Alegre)  pela  mostra  Salta  d’água,  onde  apresentou  o  trabalho  “Memorial  de  um  Pé-de-pera”,  que  exibe  na  Baró.  Possui  obras  nos  acervos  públicos  do  Instituto  Figueiredo  Ferraz,  MACRS,  IEAVI-RS,  Pinacotecas  Aldo  Locatelli  e  Barão  de  Santo  Ângelo  e  Museu  do  Trabalho.

 

PRESS RELEASE

O-lugar-enquanto-tempo-Release-Imprensa.doc

ARTIST

OBRAS