January, 13

9.01 to 15.03.14 // Yoshua Okón // UCI Contemporary Arts Center Gallery // Irvine

Yoshua Okón will produce a film installation on the murder of Pier Paolo Pasolini, the controversial Italian filmmaker, poet, writer and intellectual. Giuseppe Pelosi, a seventeen-year-old hustler, was arrested and confessed to murdering Pasolini. However, in 2005 Pelosi retracted his confession, bringing renewed attention to both Pasolini’s homicide and artwork, the latter of which was regularly the subject of censorship.

For instance, Pasolini’s first novel Ragazzi di vita (1955), which dealt with the Roman lumpenproletariat, resulted in obscenity charges. His final work, Salò, or the 120 Days of Sodom (1975), was a scathing critique of fascism that allegorically employed explicit scenes of sadistic violence. Based on the novel 120 Days of Sodom, by Marquis de Sade, Salò, is considered his most controversial film. In May 2006, Time Out’s Film Guide named it the Most Controversial Film of all time.

Okón’s film installation returns to this scene of the crime, both literally (Pasolini’s death) and figuratively (the controversy surrounding his final film), to consider the interstice between aesthetics and obscenity as a space in which artists “speak truth to power.”

 

Yoshua Okón irá produzir uma videoinstalação sobre o assassinato de Pier Paolo Pasolini, o polêmico cineasta, poeta, escritor e intelectual italiano. Giuseppe Pelosi, um traficante de dezessete anos de idade, foi preso e confessou ter matado Pasolini. No entanto, em 2005, Pelosi retirou sua confissão, trazendo uma nova atenção tanto para o homicídio quanto para a obra de Pasolini, o último dos quais foi regularmente objeto de censura.

Por exemplo, o primeiro romance de Pasolini, Ragazzi di vita (1955), que tratou do lumpenproletariat romano, resultou em acusações de obscenidade. Seu trabalho final, Salò ou 120 Days of Sodom (1975), era uma crítica mordaz ao fascismo que alegoricamente empregava cenas explícitas de violência sádica. Baseada na peça 120 Days of Sodom, de Marquês de Sade, Salò, é considerado seu filme mais controverso. Em maio de 2006, o Guia de Cinema da Time Out nomeou-o o filme mais controverso de todos os tempos.

A instalação de Okón retorna à cena do crime, tanto no sentido literal (a morte de Pasolini) quanto figurativo (a controvérsia em torno de seu filme final), considerarando o interstício entre a estética e a obscenidade como um espaço em que os artistas “falam a verdade ao poder”.

 

A Solo Exhibition by Yoshua Okón

WHERE
University Art Gallery
712 Arts Plaza
Irvine, CA 92697-2775

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