08/06/2019

ALMANDRADE participa da exposição em ÉVORA / PORTUGAL – EXPERIMENTUS: LINHA CLARA

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Gravuras por Almandrade

 

.EXPERIMENTUS – Linha Clara.

Abertura da instalação multimédia com a participação de Almandrade, António Carlos Couvinha, António Gomez, Feliciano de Mira, Ilda Teresa Castro, João Bacelar, Marco Franco, Paulo Bruscky e Pedro Fazenda

 

No âmbito do programa Évora Experimental | EV. EX | 2019 a Oficina do Espírito apresenta:

EXPERIMENTUS: LINHA CLARA

Local: Igreja de S. Vicente
Ideia e Concepção: Feliciano de Mira
Coordenação: Feliciano de Mira e João Bacelar
Proposta: Oficina do Espírito
Organização: Oficina do Espírito; Câmara Municipal de Évora
Apoio inicial: Câmara Municipal de Évora

As escritas experimentais tem-se praticado através da relação entre a poesia escrita, concreta e visual e as artes plásticas, sonoras e performativas, seguindo uma atitude de tensão permanente em relação à normalização canónica, pelo que apresentam um carácter diferenciador nas linguagens artísticas. Esta acção desafia um conjunto de autores a cruzar as suas obras em público envolvendo diversas formas de expressão poética.

 

21/05/2019

Maria Nepomuceno integra a exposição VAIEVEM, no CCBB-SP com curadoria de Raphael Fonsceca

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A artista Maria Nepomuceno integra a exposição VAIEVEM, que tem curadoria de Raphael Fonsceca. A abertura ocorre dia 22/05 no CCBB-SP; Rua Alvares Penteado, 112 – Centro, SP.

07/05/2019

Lourival Cuquinha e Almandrade integram a exposição NORDESTE, no SESC 24 de maio

Os artistas Lourival Cuquinha e Almandrade integram a exposição NORDESTE, que ocorrerá no SESC 24 de maio a partir de 16.05 à 25.08. A exposição conta com curadoria de Bitu Cassundé, Clarissa Diniz e Marcelo Campos!

 

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07/05/2019

Lourival Cuquinha integra a exposição A QUEDA DO CÉU, na Caixa Cultural em Brasília – DF

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Ordem e progresso X Cabloco de 7 Flechas, 2015
Lourival Cuquinha

Créditos de imagem: Joana França e Lucas Las-Casas

 

Nosso artista Lourival Cuquinha, integra a exposição A Queda do Céu, na Caixa Cultural em Brasília – DF com curadoria de Moacir Anjos
A exposição abre hoje, no dia 7.05 e fica até 30.06! Não deixe de visitar!

 

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06/04/2019

Toby Christian abre show solo: Old School New Body, no Reino unido

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Fotos: Max Slaven

Uma série de esculturas de papel povoa o espaço principal da galeria. As figuras esqueléticas com nó são constituídas de jornais diários gratuitos recolhidos pelo artista durante uma viagem por Londres nos meses anteriores à exposição. Remodelando os papéis atados, que mapearam as paredes de sua exposição anterior, as esculturas são intituladas para propor instâncias temporárias de criatividade (maker), embalagem (shrinker), headlining (streamer), celebração (nicotine pompom) e sustentação (chip poker).
Reforçados por uma armadura espontânea de espetos de bambu, grampos de aço dobrados e selante, essas redes irregulares abrem cada artigo em grupos de palavras e salpicos de cor. 08:05, uma escultura de mármore unida à parede, é um local para uma performance passada. Antes da abertura do Old School New Body, o trabalho era aquecido pelo contato contínuo com a mão durante a pausa apropriada para o almoço, após, o artista resfriava a temperatura ambiente. Este material escultural tradicional, imaculado e poroso, é encerado para protegê-lo das secreções das glândulas écrinas ativas. A escultura e se baseia nas linguagens formais da escultura moderna britânica e do hardware tecnológico contemporâneo.
Do outro lado do corredor, o vídeo em loop quiosque mostra uma abelha solitária lutando através de uma planta de tomilho queimada, para lançar um excedente de grãos de pólen cobrindo seu corpo. Como personagem recorrente do primeiro capítulo do livro recente de Christian, Collar, esse primeiro polinizador é demonstrativo da relação recíproca entre sua escrita e sua produção. O trabalho foi filmado fora da janela de onde ele estava vivendo naquele momento. Sob os pés, as chapas de plástico temporárias escondem os vários acabamentos do piso da galeria. Esta proteção duradoura, geralmente aplicada durante obras de renovação, alude a um modo de trabalho especificamente transformador no ambiente doméstico da galeria. As janelas aqui são cobertas também com filme de privacidade, refletindo uma imagem confusa e borbulhante das obras na exposição, ecoando a sensibilidade narrativa única e oblíqua que define sua prática.

 

Abertura 6 de abril – das 18 às 21 hrs
Visitas por agendamento até o dia 11 de maio.
Contato: contact@galleryceline.com l 493 Victoria Rd, Glasgow G42 8RL, Reino Unido

05/04/2019

Paulo Nenflidio apresenta “Ressonâncias”, ao Centro Cultural Oi Futuro

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Neurocórdio é um instrumento de cordas interativo cuja interface se dá por meio de um leitor de ondas cerebrais que possibilita produzir música a partir da capacidade de concentração do usuário.

A obra está presente na exposição Ressonâncias 2019 , no Centro Cultural Oi Futuro – Rio de Janeiro.

De 09 de abril a 02 de junho.
Abertura 07 de abril.
De terça a domingo das 11h as 20h.

04/04/2019

Elias Crespin participa de duas exposições coletivas; na França e na Alemanha

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O artista Elias Crespin integra duas exposições coletivas: NegativeSpace, ZKM Center for Art and Media – Alemanha. Germany e Espace Marais, na Denise René – Paris, França.

 

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02/04/2019

Baró participa da SP-Arte 2019

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SP ARTE 2019

 

Projetos especiais:

Josafá Neves + No Martins (3-4 abril)

Lourival Cuquinha (5 abril)

Paulo Nenflídio (6 abril)

 

Último dia:

Artistas representados + artistas convidados

02/04/2019

Felippe Moraes abre sua individual Solfejo, no Centro Cultural FIESP

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Solfejo, 2014 l Fotografia

Redes que acionam sinos; camas com tubos sonoros que emitem sons harmônicos; um neon com um verso da música Divino Maravilhoso, de Caetano Veloso, e um cheiro de alecrim que remete à canção Tanto Mar, de Chico Buarque, integram a exposição Solfejo. Trata-se de uma reunião de 29 peças, entre obras e instalações de Felippe Moraes, sendo 13 delas inéditas e criadas especialmente para o Sesi-SP, onde a exposição estará aberta para visitação a partir de 2 de abril, terça-feira, às 19h30.

A nova mostra de Moraes, artista que atualmente reside em Portugal, onde faz doutorado pela Universidade de Coimbra, exibe um recorte de sua produção artística que lida com noções de som e música. Formada por obras inéditas e outras já consagradas em seu repertório, a exposição apresenta trabalhos de grande porte, com estruturas de aço e processos técnicos, como afinação acústica e construções especializadas.
O nome Solfejo se refere à escala tonal, representada pela partitura, as imagens que possibilitam ao estudante “ler” a música que será executada – proposta que coincide com os objetivos de Felippe Moraes. “Os trabalhos são dispositivos para mostrar coisas que acontecem, mas não são vistas”, explica.

O artista, que também assina a expografia, cenografia e design gráfico da mostra, trabalha com diversos materiais dependendo da necessidade poética de cada projeto. “Domino as ferramentas digitais e executo as obras em seguida, ou as terceirizo, como no caso das peças inéditas de Solfejo”, adianta. A pluralidade de materiais e recursos usados nas obras faz com que Solfejo proponha o máximo de experiências sensoriais com obras imersivas, como Intervalo Harmônico, formada por camas com tubos sonoros nas laterais que emitem pares de notas musicais harmônicas entre si; e Composição Aleatória, uma sequência de oito redes de descanso que, ao serem movimentadas, acionam o som de um sino – obra que reforça a importância do indivíduo num contexto de coletividade e permite a composição de uma música em grupo.

Uma instalação olfativa Tanto Mar permite que o visitante sinta a essência de alecrim por todo o espaço expositivo. Título homônimo ao da música composta por Chico Buarque, em 1975, faz referência ao trecho específico “manda urgentemente algum cheirinho de alecrim”. A canção faz menção à Revolução dos Cravos, que aconteceu em Portugal no mesmo período em que o Brasil passava pela ditadura militar. Já a série Desenho Sonoro, criada em 2014, registra o efeito causado pela vibração de diferentes sons sobre uma placa de metal com areia. Os padrões foram captados pelo próprio artista em uma série de fotografias em grande escala.
Com tamanhos e suportes acessíveis a pessoas de todas as estaturas, como camas, redes e tubos mais baixos, a mostra também pode ser aproveitada/acessada por crianças. Moraes reforça que a ideia de usar elementos lúdicos desperta a criança que está dentro dos adultos. `É neste sentido que a exposição dialoga também com o público infanto-juvenil`.

A exposição oferece ainda uma publicação criada por Felippe Moraes e pela curadora Júlia Lima. As atividades consolidam a relação entre as obras e o conceito da exposição com os espectadores. O programa educativo foi elaborado pelo artista em parceria com a musicista e educadora musical Giovanna Puerto Carlin.

 

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Divino Maravilhoso, 2019

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Série Desenhos Sonoros, 2014

23/03/2019

Almandrade integra a exposição Abertura 1980 no Instituto Figueiredo Ferraz

 

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Almandrade integra a exposição Abertura 1980, com curadoria de Rafael Vogt Maia Rosa, no Instituto Figueiredo Ferraz.

Abertura 1980:
Esse conjunto de obras produzidas em torno da década de 1980 foi selecionado de forma a valorizar o diálogo entre as peças e o aspecto que mais chamou a atenção: uma desenvoltura inédita no limiar dos suportes tradicionais. Pois, se na década de 1960, temos um ímpeto voltado ao corpo e uma disseminação consistente da arte conceitual que se estende à próxima década, nos anos de 1980, há uma adesão inesperada e convicta à pintura e à escultura, paralelamente às apropriações e ao uso intensivo da fotografia em uma dimensão que ia além de preocupações estritamente morfológicas. A abstração pura persiste, mas, justamente a figuração é que dá o tom dessa “abertura” no sentido de permitir a valorização de elementos congeniais de nossa cultura, às vezes até bem-humorados ou mais rebeldes, no lugar de uma tensão programática que responde a um único esquema geral para a arte brasileira.

Rafael Vogt Maia Rosa.

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